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domingo, 13 de maio de 2012

Te amo e te odeio. Alternadamente...

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Tudo muda muito, mas o que eu sinto pouco muda.
Te amo e te odeio. Alternadamente.
Com a mesma intensidade.


(Fernanda Mello)

domingo, 18 de março de 2012

Eu preciso aprender a ser Menos...

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Eu preciso aprender a ser menos. Menos dramática. Menos intensa. Menos exagerada. Alguém já desejou isso na vida: ser menos? Pois é. Estranho. Mas eu preciso. Nesse minuto, nesse segundo, por favor, me bloqueie o coração, me cale o pensamento, me dê uma droga forte para tranqüilizar a alma. Porque eu preciso. E preciso muito. Eu preciso diminuir o ritmo, abaixar o volume, andar na velocidade permitida, não atropelar quem chega, não tropeçar em mim mesma. Eu preciso respirar. Me aperte o pause, me deixe em stand by, eu não dou conta do meu coração que quer muito. Eu preciso desatar o nó. Eu preciso sentir menos, sonhar menos, amar menos, sofrer menos ainda. Aonde está a placa de PARE bem no meio da minha frase? Confesso: eu não consigo. Nada em mim pára, nada em mim é morno, nada é pouco, não existe sinal vermelho no meu caminho que se abre e me chama. E eu vou... Com o coração na mochila, rímel nos olhos, o sorriso e a dúvida, a coragem e o medo, mas vou. Não digo: "estou indo", não digo: "daqui a pouco", nada tem hora a não ser agora. Existe aí algum remedinho para não-sentir? Existe alguma terapia, acupuntura, pedras, cores e aromas para me calar a alma e deixar mudo o pensamento? Quer saber? Existe. Existe e eu preciso.
Preciso e não quero.



(Fernanda Mello)

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Eu Sou...

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Porque viver é ser. E eu sou, meu Deus do céu, eu sou.
Meio desajeitada, meio apressada, meio abusada, mas sou.

 
(Fernanda Mello)

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Meu coração é livre...

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Não sou boa com números. Com frases-feitas. E com morais de história. Gosto do que me tira o fôlego. Venero o improvável. Almejo o quase impossível. Meu coração é livre, mesmo amando tanto. Tenho um ritmo que me complica. Uma vontade que não passa. Uma palavra que nunca dorme.
Quer um bom desafio? Experimente gostar de mim. Não sou fácil. Não coleciono inimigos. Quase nunca estou pra ninguém. Mudo de humor conforme a lua. Me irrito fácil. Me desinteresso à toa. Tenho o desassossego dentro da bolsa. E um par de asas que nunca deixo. Às vezes, quando é tarde da noite, eu viajo. E - sem saber - busco respostas que não encontro aqui.
Ontem, eu perdi um sonho. E acordei chorando, logo eu que adoro sorrir... Mas não tem nada, não. Bonito mesmo é essa coisa da vida: um dia, quando menos se espera, a gente se supera. E chega mais perto de ser quem - na verdade - a gente é.




(Fernanda Mello)

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Bonito mesmo é essa coisa da vida:

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Um dia, quando menos se espera, a gente se supera e chega mais perto de ser quem na verdade a gente é.




(Fernanda Mello)

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

sábado, 3 de dezembro de 2011

Você imagina quantas mulheres existem em mim?

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Você imagina quantas mulheres existem em mim? 
Eu posso acordar doce, ficar amarga e até dormir ácida sem você perceber. Mas eu quero que você perceba. Eu quero que você se alimente do que há de melhor e pior em mim. Eu quero te mostrar cada gosto, te misturar, te revirar o estômago, te virar do avesso, jogar a receita fora.
(Nada de banho-maria!)



(Fernanda Mello)

domingo, 30 de outubro de 2011

Eu não quero promessas.

 
Promessas criam expectativas e expectativas borram maquiagens e comprimem estômagos.


(Fernanda Mello)

domingo, 9 de outubro de 2011

sábado, 17 de setembro de 2011

Exagero?

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Ah, não sei não… estou numa época que prefiro um bom sapato à um… homem mais ou menos. Pelo menos sapato aumenta minha autoconfiança e eu sei exatamente aonde ele irá me machucar.


(Fernanda Mello)

domingo, 3 de julho de 2011

Intensa Demais...

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A verdade é que sou intensa demais e não há quem dê jeito nisso. Sofro dores que não são minhas. Vibro com alegrias que não me pertecem. O bom de tudo é que, toda noite antes de dormir, eu rezo.
E sempre sorrio... (Mesmo quando estou triste)



(Fernanda Mello)

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Mania de Gato...

É aquela velha história. Amor, pra mim, só dura em liberdade. Nasci pra ser livre e – quem quiser- que me deixe assim. Tenho dois pares de asas, um desejo infinito no peito e um lado druida que não se cala. Sou guerreira. Sou canceriana. Sou filha da lua. Quero sempre o vôo mais alto, a vista mais bonita, o beijo mais doce. Tenho um coração que quase me engole, uma força que nunca me deixa e uma rebeldia que às vezes me cega. Tenho um jeito de viver selvagem, mas sou mansa com quem merecer. Não gosto de café morno, de conversa mole, nem de noite sem estrela. Sou bem mais feliz que triste, mas às vezes fico distante. E me perco em mim como se não houvesse começo nem fim nessa coisa de pensar e achar explicação pra vida. Explicação mesmo, eu sei: não há. E me agarro no meu sentir porque, no fundo, só meu coração sabe. E esse mesmo coração que me guia e não quer grades nem cobranças, às vezes me deixa sem rumo, com uma interrogação bem no meio da frase: O que eu quero mesmo?
Por isso, eu te peço (de um jeito meio sem-vergonha, que é assim que costumo ser): se eu gostar de você, tenha a gentileza de não me deixar tão solta. Não me pergunte aonde vou, mas me peça pra voltar. Sou fácil de ler, mas não tente descobrir porque o mesmo refrão insiste em tocar tanto. Se eu gostar de você, tenha a delicadeza de também gostar de mim. E me deixe ser, assim, exatamente como eu sou. Meio gato, meio gente. Desconfiada. E independente. E adoradora de todos os luxos e lixos do mundo. Quer me prender? Nem tente. Quer me adorar? A escolha é sua, vá em frente!



(Fernanda Mello)